Conheça as Séries

Aeroporto BSB

A espera quando tem nome se chama aeroportos, portos seguros de transições, passagens e saudades…. Essa série se passa no aeroporto de Brasília, quando numa espera de 6h por um voo atrasado me redimi olhando para o teto e quando avistei: vi: vigas, durezas geométricas, possíveis abstrações e com a câmera na mochila comecei a brincar! E voilà! Cheguei nessas imagens que me remetem a um filme de ficção científica e a um abstraciocismo industrial que me deixaram com aquela sensação de que valeu a pena esperar…..

Vestígios

Nas paredes do tempo, onde a rocha outrora guardava segredos, pinturas rupestres sussurram com traços de mãos que não envelhecemEm tempos de Mark Zuckerberg e mídias sociaisBisonte, caçador, estrelas, fogo e sangue deram lugar a fotografias de vestígios em cimentos e calçadas de construção civil…

Ocre

O Ocre sabe ser humilde: preenche lacunas, ressalta tons, faz sala para as cores. Ele divide o mundo entre o colorido e o terroso, entre a pausa e o burburinho. O ocre é quietude, silêncio e timidez! É vida calma e compassada. É cor pouca, mas terra muita, feito de pó…

Leve pena minha…

Asas de penas, penas de asas, quando cocares são arte humana, quando não, arte divina. Penas de pássaros imortais, suas cores, texturas e grafismos são memórias ancestrais, estética do que sempre foi, sem nunca ser igual…

Piscinas

Ter uma piscina em casa se tornou o epicentro do lazer da classe média e alta em Brasília nos anos 80; eram poucas as opções de lazer na época. Essa série, ainda em construção, retrata um pouco dessa identidade brasiliense pautada no status social de se ter uma piscina…

Ethereum

Essa série nasceu de uma imposição do meu cotidiano. Essas borboletas foram coletadas, ao longo de meses. Vindas, literalmente, de cima, suas asas caem na porta da minha casa num sinal de que a vida é mais breve do que imaginamos…

Circus Project

O que representa a arte circense na atualidade e como sua universalidade se manifesta? Por que o circo ainda nos fascina tanto? Foi pensando nessas questões e na tentativa de reviver momentos mágicos da minha infância que pensei nessa série…

Rodas gigantes

Nesse giro interminável: a mesmice, o tecer do tempo, um planeta redondo que faz sua rotação. Citando Eclesiastes: “O que foi, isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que nada há de novo debaixo do sol”. Essa série é uma homenagem ao tempo e aos seus desafios…