Leve pena minha…

Uma série que incita ao abstrato, mas ainda assim se apresenta figurativa. Penas de aves brasileiras, de patos exóticos e faisões. Uma série que pretende levar leveza por onde passar.

“Quem me dera ter asas e plainar, voar para longe e enxergar do alto aquilo que de baixo não se vê. Asas de penas, penas de asas, quando cocares são arte humana, quando não, arte divina. Penas de pássaros imortais, suas cores, texturas, seus grafismos são memórias ancestrais, estética do que sempre foi, sem nunca ser igual. Quem me dera ser leve como a pena de uma águia da patagônia,  voaria para a eternidade, lá sentaria, talvez voltasse, talvez não….”